Recorde um Grande Minhoto – Margarida das Dores de Melo Igrejas

Desde que chegou ao Brasil em 1951, freqüentou a Casa do Minho (ainda na Rua Conselheiro Josino), nas solenidades que esporadicamente eram promovidas(na época a Casa do Minho era filantrópica), ela lá estava sempre na companhia do irmão José que usava os convites do tio que era o associado.

A partir do ano de 1953 a sua freqüência a Casa do Minho já era partilhada com o seu namorado, que se associara, no ano de 1954, no dia da fundação do grupo folclórico da Casa do Minho, que mais tarde veio a chamar-se Maria da Fonte, casou com o namorado, Manuel Félix Igrejas, na Igreja N.S. de Fátima, ali perto da sede da Casa do Minho, na Rua do Riachuelo.

As atividades da casa passaram a ser freqüentes por ter-se transformado em associação recreativa a par da filantropia. Em 1959 o marido assumiu a função de diretor secretário e a presença do casal passou a ser quase diária na sede da Casa do Minho. Causava curiosidade o fato de se fazerem acompanhados das filhas, crianças ainda de colo, pois ninguém levava os filhos.

A partir desta data, por mais de cinqüenta anos, a colaboração da Margarida Igrejas foi ininterrupta, além das atividades no departamento feminino, foi nomeada para várias comissões, para membro da comissão fiscal e da diretoria. Colaborou e muito no departamento social, na promoção de festas e co-responsável nos bailes de debutantes e espetáculos teatrais.

Por ter já um curriculum extenso de grandes serviços prestados a Casa do Minho, foi lhe conferido o título de benemérita, no ano de 1974 quando das realizações das festividades do cinquentenário da Casa do Minho, a Margarida Igrejas foi eleita a mãe do ano, o que lhe acarretou mais uma grande responsabilidade e exigiu maior colaboração e que sempre desempenhou com grande satisfação.

Pode-se contar pelos dedos as vezes que o marido foi visto sozinho na Casa do Minho, a presença do casal é ainda hoje, motivo de curiosidade por ser o único sempre juntos na comunidade associativa. O título de grande benemérita também lhe foi atribuído pelos grandes e relevantes serviços prestados a Casa do Minho.

Além da sua participação física, ela colaborou e muito monetariamente em espécie e objetos, para ajudar a Casa do Minho.

Assim trouxemos um pouco do seu trabalho e de sua dedicação, desta grande minhota Margarida Igrejas, a qual agradecemos por tudo feito pelo engrandecimento da Casa do Minho.

 

Recorde um Grande Minhoto – Laurinda Ferreira Gaspar

Neste mês de janeiro/2012, iremos começar o ano prestando uma homenagem a essa grande minhota Laurinda Ferreira Gaspar, natural de Vila Nova de Gaia, nascida em Junho de 1935, filha de Antonio Ferreira Leite e de Maria da Conceição Alves da Silva, ele natural de Vila Nova de Gaia, e como gostava muita de andar foi fisgar a sua paixão em Espinho.

(mais…)

 

Recorde um Grande Minhoto – Custodio de Oliveira Coelho da Silva

A nossa homenagem neste mês e um emigrante natural da freguesia de Arada, conselho de Ovar, distrito de Aveiro, nascido a 19/2/1935 o nosso grande minhoto Custodio de Oliveira Coelho da Silva, foi mais um que veio para o Brasil tentar a sorte, chegou ao Brasil em março de 1953 com apenas 18 anos de idade, indo morar com os tios no município de Petropolis, mais como se encontrava muito longe da cidade, logo mudou-se para o centro da cidade, indo morar na Rua do Senado.

Hoje o nosso grande minhoto está reformado, como se fala em Portugal, aposentado para nós aqui no Brasil, mais antes de se aposentar como taxista que foi durante muitos anos, o Custodio deu bastante duro, trabalhou como vendedor autônomo de vassouras, espanadores e diversos produtos de limpeza, mais tarde voltou a exercer a sua profissão de tanoeiro, trabalho que já desenvolvia em Portugal antes de resolver vir para o Brasil, em uma fábrica de produção de barris e embalagens de produtos químicos no bairro do Rio Comprido.

No ano de 1963 o Custodio conheceu a sua grande conquista no Brasil, Maria Augusta Correia da Silva, que na época trabalhava com seu pai em um bar na Rua dos Inválidos, onde o Custodio freqüentava com muita assiduidade, e dessa freqüência veio a paquera e no ano de 1968, o casamento.

Desta feliz união, veio a nascer, o nosso amigo, ex-ensaiador do Maria da Fonte, hoje componente do Maria da Fonte, Carlos Alberto, que a sua entrada para o rancho Maria da Fonte no ano de 1984, fez com que o Custodio que já era sócio proprietário da Casa do Minho desde 1977, voltasse a freqüentar a nossa casa, acompanhando o filho Carlos Alberto, no ano de 1991, o nosso homenageado foi convidado para ser diretor pela primeira vez e nunca mais se afastou da Casa do Minho, estando até hoje junto com a sua esposa Maria Augusta dando a sua valiosa colaboração, sempre fazendo questão de dizer, que ele está a serviço da casa independentemente do presidente.

Assim prestamos mais uma homenagem a mais um grande minhoto, que como nosso presidente não e minhoto, mais tem a Casa do Minho como a sua bandeira, daqui agradecemos ao Custodio de Oliveira, a sua esposa Maria Augusta e ao filho Carlos Alberto, pela colaboração com o nosso site e principalmente a nossa Casa do Minho.

 

Recorde um Grande Minhoto – Abílio José Proença

Abílio José Proença

Nascido em 27 de janeiro de 1944, na freguesia de Riodades, conselho de São João da Pesqueira no distrito de Viseu, filho de José Antonio Proença e Maria Odete Aguiar, casado com Jandira da Conceição Leite Proença, pai das folcloristas da Casa do Minho Viviane Proença (Maria da Fonte) e Márcia Proença (Veteranos), chegou ao Brasil em novembro de 1959, numa viagem de navio com duração de 9 dias, indo morar com os tios na Rua Maia Lacerda no bairro do Estácio e seu primeiro emprego foi na Rua do Lavradio.

O Proença como e mais conhecido na nossa Casa do Minho,  apesar de não ser minhoto como nosso presidente Agostinho que também e de Viseu, conheceu a Casa do Minho pela primeira vez através da sua namorada na época hoje sua esposa, que nessa época freqüentava a Casa do Minho junto com uma amiga que era parente do ex-presidente da casa Salustiano Lopes. (mais…)

 

Recorde um Grande Minhoto – Gilberto Rodrigues dos Santos (IN MEMORIAN)

Neste mês de outubro iremos prestar uma homenagem a esse grande minhoto, brasileiro, carioca, que desde os seus primeiros dias de gestação no ventre de sua mãe, já sabíamos de uma coisa, com certeza, iria dançar no Maria da Fonte, filho do nosso grande presidente Agostinho dos Santos e de Rosa Rodrigues dos Santos, o nosso querido Beto como era chamado, aos 33 anos quando estava começando realmente a sua vida, pois diz o ditado, que a vida começa depois dos trinta, o destino nos pregou uma peça, e o nosso Beto foi chamado a servir ao nosso bom Deus.

Seria muito difícil para mim responsável por esse site, falar sobre o Beto, que o vi nascer e crescer dentro da Casa do Minho, por isso procurei prestar essa homenagem ao Beto de modo diferente, pedindo aos amigos que conviveram com ele, que falassem um pouco deste grande amigo e querido por todos nós.

Segue então abaixo, depoimentos de alguns amigos do Beto:

Patrícia Ferreira:
Lembranças desse amigão, tenho boas, ele foi o meu primeiro par no Maria da Fonte, na época o ensaiador era o Souza e nos colocou para dançar o Vira do Alto Minho no meio. Na nossa primeira apresentação todos ficaram surpresos e recebemos muitos aplausos. Devido essas aparições dançando com ele no meio fomos convidados pela Benvinda Maria para fazer parte de seu grupo para viajar a Portugal em 1983. Que saudades amigo, que você nos deixou.

Daniela Rodrigues:
Impossível pensar em apenas uma historia com meu querido tio e padrinho, em toda nossa convivência, ele me deu dois presentes, uma camisa do flamengo e um camarote na Unidos da Tijuca para comemorar meus 17 anos, em todos os anos, o presente era sempre “esquecido” no escritório, fora que eu nunca conheci ninguém tão criativo para desculpas em atrasos, para mim a melhor de todas foi “me atrasei porque um disco voador apareceu bem na minha frente na Presidente Vargas”. Eu e meu padrinho passamos seu último carnaval juntos, só nós dois, toda família viajou e como eu iria trabalhar todos os dias, naquela época no aeroporto, ele ficou no Rio para me levar e buscar todos os dias, num desses dias, ele se atrasou mais de uma hora para me buscar e quando chegou, ainda teve que trocar o pneu que havia furado, depois de toda aquela trilogia do porque do atraso, chegamos em casa, ele foi na rua e voltou com um super pacote de pipoca doce para mim, por isso tudo e impossível esquecer aquele cara contando suas histórias, piadas, como esquecer aquele sorriso, aquela gargalhada, como não sorrir estando ao lado de Gilberto Rodrigues ou simplesmente Beto, apenas uma vez, na última vez, saudades eternas querido tio e padrinho.

Francisco Jorge (Jacó):
Antes de falar de nosso querido Beto, gostaria de dar os parabéns pelo site, tá muito bom, aproveitar também para agradecer por ter sido relacionado pra falar dessa pessoa tão especial para todos nós, bem, não vou ficar aqui falando das qualidades do Beto, porque isso quem o conheceu já sabe, pensei em contar algumas histórias de farras que fizemos juntos, mas são tantas que o texto ficaria muito longo e todas são muito engraçadas, que não consegui escolher uma só, por isso vou citar apenas duas coisas que quando escuto falar no nome do Beto, me vem logo a memória: a primeira é que ele sacaneava o Cleber, dizendo que o Cleber tinha a panela dele, então quando estávamos juntos nas nossas farras, ele sempre ficava repetindo “o Jacó é da minha panela” e isso me enchia de orgulho, a segunda foi na missa de 7º dia dele, em um determinado momento da missa, saí da igreja e encontrei o Cleber chorando sozinho, acho que aquela foi a única vez que vi o Cleber chorar, então nos abraçamos e tentei consolar, foi quando o Cleber me mostrando o santinho do Beto disse: “cara eu to bem, o que me deixa triste é saber que não teremos mais momentos de alegria sem esse cara”. Beto fique com Deus.

Vitor Cardoso:
Como começar a falar de um grande amigo que nos deixou tantas saudades, são muitas as histórias com esse cara impar do Maria da Fonte, falar dele e sempre muito difícil, pela enorme saudades que deixou, o que posso falar a não ser do amigo que ele era de todos, brincalhão e sacana com todos, mas quando a responsabilidade nas apresentações se fazia necessária, ele sempre respondia a altura, lembro-me como hoje de histórias da nossa infância dentro da Casa do Minho, dos bons momentos vividos em Portugal, fico muito emocionado só em lembrar dele, quanto mais escrever sobre ele, que Deus o tenha junto de si, porque ele sempre foi uma pessoa do bem e querido por todos.

Maria de Fátima Queiroz Soares:
Falar do Beto é muito complicado e difícil, ele era uma pessoa alegre, extrovertida, ninguém consiga ficar do lado dele sem rir, estava sempre aprontando alguma, falar dele e isso, estava sempre de bem com a vida, apesar de todos os problemas de saúde, mais ele não se deixava abater. A saudade dele com certeza bate forte, pois não tem como esquecer de uma pessoa que nos proporcionou tantos momentos lindos e alegres que só ele sabia fazer, até hoje soa em meus ouvidos uma frase que ele repetia com muita freqüência quando estava encarnando em alguém “tu é malandro da onde?”, e a seguir aquela gargalhada de deboche, por isso não dá pra pensar no Beto com tristeza, onde tudo para ele era só alegria, por tudo isso e principalmente o amigo que ele foi em muitos momentos da minha vida. Você faz muita falta meu amigo, saudades suas para sempre.

Paulo do Minho:
O que eu poderia falar do Gilberto, essa pessoa querida e maravilhosa que eu o vi nascer , e acompanhei todo o seu crescimento dentro e fora da Casa do Minho, com certeza muitas passagens poderia aqui descrever, mais duas marcaram muito na minha vida, pelo carinho e amizade que eu tinha com o Beto. A primeira pelo carinho que ele tinha com os meus filhos Rodrigo e Rafael, e todos sabem o avesso que o Beto tinha pelo estudo, ele matava aula para ir para minha casa passar o dia todo brincando com os meus filhos, principalmente as quintas feiras, ele ligava da minha casa para sua mãe Rosa ou a sua avó Florentina e dizia que foi da aula direto para minha casa e depois ia para o ensaio do minho comigo, e a segunda foi perto do seu falecimento quando fui velo no hospital na OPA, onde ele estava internado e num breve dialogo na minha despedida, ele disse para mim: “Paulo o meu pai está ficando velho e cansado, eu vou sair dessa e vou ser o Presidente da Casa do Minho, e a minha primeira atitude que irei tomar e te levar você e a sua família de volta para Casa do Minho, porque eu quero todos os meus amigos juntos comigo, infelizmente quiz o destino que o Beto não mais estivesse aqui para ver a nossa volta, mais tenho certeza meu querido Beto, que você esteja onde estiver está feliz com o seu desejo realizado, fique com Deus.

Carlos Alberto:
“Fazer um depoimento de forma sintética sobre o BETO não é fácil, ou melhor, quase impossível. Ficaria horas aqui descrevendo situações e momentos que me trazem lembranças que habitualmente cito, de forma natural e com grande saudade, no meio da roda de amigos, e até para aqueles que não o conheceram, quando me deparo com os fatos mais variados que ocorrem em nosso cotidiano.
Assim, sendo bem sucinto, posso dizer que para mim BETO é sinônimo de AMIZADE e de ALEGRIA.”

 

Recorde um Grande Minhoto – José Faceira dos Santos

Natural de Famalicão em 1976 estava terminando a gestão do Sr. Costa e Silva, este ilustre cidadão famalicense queria porque queria que o seu conterrâneo Sr. Miguel de Paula, tantas e tantas vezes assediado e sempre recusando, assumisse a presidência da Casa do Minho. Para a mais o convencer prometeu-lhe os melhores homens da casa para ser seus diretores. Não ele mas o Sr. Agostinho dos Santos requisitou os associados que mais lhe pareceram capazes. E assim foi; entre os nomes mais conhecidos, Salvador Gonçalves, Felix Igrejas, Antonio Gonçalves, Joaquim Moreira, Carlos de Castro, Dimas Ramos, Benjamim Pires, Delfin Soares e Victor dos Santos, com eles chegaram nomes novos como; Maria de Lourdes(esposa do Dimas Ramos) e José Faceira dos Santos.

Foi o Sr. Alfredo Carmona quem indicou o seu amigo Faceira para fazer parte da diretoria da Casa do Minho na gestão Miguel de Paula.

José Faceira dos Santos era para todos uma incógnita, perguntado ao Agostinho dos Santos sobre este novo elemento, ele respondeu: “é mais um estourado que nem o Barreto”.

Assumiu a tesouraria pois achou-se competente para tal, com a convivência revelou-se uma extraordinária pessoa em todos os sentidos, como se fala na gíria, vestiu a camisa da Casa do Minho com tremendo afeto e dedicação.

O sucesso daquela gestão deveu-se em grande parte à eficiência e a competência e honorabilidade do cidadão Faceira, que levou junto com ele a sua esposa Da. Miquelina e seus filhos ainda crianças na época José Carlos e Cristina, que contribuíram com seu esforço e simpatia.

Na necessidade de angariar recursos para enfrentar as obras, deu idéia de se criar o título de grande minhoto, foi ele o primeiro a subscrever com dez mil cruzeiros(valor da época) pagos na hora em dinheiro vivo, valor este bastante alto para a época, haja visto que muitos outros pagaram em prestações, comprou também títulos de sócio proprietários para seus filhos, tudo feito com um único intuito, de ajudar a Casa do Minho.

Nunca deixou atrasar uma só conta da casa, pois sua bolsa estava sempre disponível para adiantar algum se fosse preciso.

Alem de seu esforço pessoal, levou muitos de seus amigos particulares a colaborarem com a casa, foi uma pessoa incansável.

Após a gestão do Sr. Miguel de Paula, acendeu a continuar sendo tesoureiro da gestão do Sr. José Alves Cerqueira, tal foi a sua participação que seu nome passou a ser cogitado para suceder ao Sr. Cerqueira, o mesmo não aceitou e para não ser mais assediado afastou-se da vida associativa da Casa do Minho.

Passado algum tempo, a Casa do Minho estava enfrentando sérias dificuldades financeiras no ano de 1998, então formou-se uma Junta Governativa para assumir a gerência da Casa do Minho, a reabilitação só seria mais uma vez possível se alguém muito competente assumisse a gestão financeira, o Sr. Agostinho dos Santos mais uma vez lembrou do nome do Sr. José Faceira, e o foi buscar para a grande virada de mesa da casa.

O Faceira não se fez de rogado e com a competência e a habilidade já demonstrada em gestão passada, volta para ajudar a casa em contornar os problemas sérios apresentados, nestes últimos seis anos ajudou e muito a Casa do Minho a voltar ao seu lugar no patamar mais alto da sua historia.

Hoje sem dúvida nenhuma a Casa do Minho, vai de vento em popa, com todas as suas contas saneadas, modelo de gestão vencedor deixado por este famalicense, a qual a casa muito deve.

Assim falamos um pouco de José Faceira dos Santos, grande minhoto, por nós hoje lembrado, nesta justa homenagem.

 

Recorde um Grande Minhoto – Joaquim Fernandes da Cunha Gomes

Neste mês de agosto iremos prestar uma homenagem a esse grande minhoto Joaquim Fernandes da Cunha Gomes, nascido em 6 de março de 1937 na freguesia de Carvoeiro, conselho de Viana do Castelo na região do Minho, filho de Manuel da Cunha Gomes e Joaquina Rodrigues Fernandes, chegou ao Brasil em 1956 com apenas 19 anos por carta chamada do seu pai, e por aqui fincou suas raizes, tornando-se um dos grandes homens no ramo da marcenaria, casado com Maura Viegas Gomes e pai de dois grandes homens, Dr. Fabio Viegas – Veterinário e Dr. Cesar Almeida Gomes – Arquiteto. (mais…)

 

Recorde um Grande Minhoto – Antonio Carlos Guimarães

Neste mês de julho iremos falar desse brasileiro e carioca, que chegou até a Casa do Minho através do futebol de salão e por aqui ficou, constituiu família e se tornou pelos seus serviços prestados, um dos grandes minhotos desta casa.

Antonio Carlos da Silva Guimarães nascido no Rio de Janeiro em 19 de Fevereiro de 1943, filho de Aljair da Silva Guimarães e Eulina Rodrigues Guimarães.

Em 1963 foi convidado por Jerônimo Pinto a participar da excursão da Casa do Minho a cidade de Coroa Grande, onde haveria uma apresentação do Rancho Folclórico Maria da Fonte e um jogo de futebol de salão contra a seleção da cidade, Cujo placar foi de 12 X 08 para a Casa do Minho com 09 gols de Antonio Carlos.

Alem de continuar jogando pela Casa do Minho levou alguns atletas que jogavam com ele no Clube Municipal e ficaram invictos por muitos anos.

Ainda em 1963 ele conheceu em uma festa da Casa do Minho na Rua Ibituruna a Duartina que era componente do Rancho Folclórico Maria da Fonte e Princesa da Casa na época, namorou e casou-se em 1966, dessa união nasceram dois filhos o Marcio e a Marcia que vieram também fazer parte do Rancho Maria da Fonte.

Com a saída de Jerônimo Pinto, ele foi convidado por Dimas Ramos a continuar jogando pela Casa do Minho.

Foi diretor de esportes pela 1ª vez na gestão do Sr. Miranda Matos em 1972, ficando no cargo com vários Presidentes até 1984. (mais…)

 

Recorte um Grande Minhoto – Delfin Antunes Soares

Neste mês de junho vamos prestar a nossa homenagem a esse Grande Minhoto Delfin Antunes Soares, nascido em outubro de 1924 em Cabanas de Viriato – Beira Alta – Distrito de Viseu – Portugal, filho de Adelino Soares e Angelina Soares, filho mais velho de quatro irmãos, chegou ao Brasil em meados de 1948 a procura de um lugar ao sol pois tinha em seu curriculum uma extensa folha de trabalho como profissional em potencial no ramo de reformas e pinturas. (mais…)

 

Recorde um Grande Minhoto – Carlos Alberto de Brito

Nascido no Rio de Janeiro, em 7 de maio de 1947, filho de Agostinho de Brito e Alzira Meireles de Brito, Carlos Alberto de Brito, de descendência portuguesa por parte de pai, chegou à Casa do Minho trazido por José Alves Cerqueira, eleito presidente para o biênio 1978-1980. Atendeu ao pedido do amigo e cliente Cerqueira, pois era gerente do Banco Itaú, agência Catete.

Assumiu como primeiro diretor secretário, tendo como segunda secretária Maria Cândida, até então componente do Rancho Folclórico Maria da Fonte, com quem, mais tarde, veio a se casar.

Devido a um bom trabalho realizado na secretaria, foi dado um grande salto de qualidade neste setor, atingindo o objetivo principal, que era unir a Casa ao associado.

Eleito presidente para o biênio 1980-1982, Agostinho dos Santos solicitou que Brito continuasse como assessor da Presidência, porém, por problemas de saúde do tesoureiro, acabou assumindo este setor. (mais…)