Entrevistado de Maio – Rodrigo Marques Soares

Nome:

Rodrigo Marques Soares;


Data e local de nascimento:

01/07/1977, Tijuca, Rio de Janeiro / RJ;


Filiação:

Paulo Cesar Pereira Soares (Brasileiro) e Leonilde Marques Soares (Portuguesa, Santa Comba-Dão);


Casada/filho:

Casado com Débora Nunes Quintela de Oliveira e, tenho 01 (um) filho Lucas Soares; (mais…)

 

Entrevistado de Abril – José Paulo Guedes de Carvalho (Paulinho)

Nome:

José Paulo Guedes de Carvalho (Paulinho)


Data e local de nascimento:

24.05.1962 – No Hospital Fernandes Figueira (Botafogo)


Filiação:

Jeová de Carvalho e Maria Celeste Guedes Cardoso (Travanca de Armamar – Viseu)


Casado/filho:

Divorciado/ sem Filhos


Quando foi que você entrou para a Casa do Minho?

Dezembro de 1980.


Fale um pouco da sua trajetória como folcloristas:

Comecei no Mirim da Casa do Porto em 73, dancei no adulto (Armando Leça), Rancho do Verde Gaio e em dezembro de 1980 fui fazer pós-graduação no Rancho Folclórico Maria da Fonte da Casa do Minho, hoje faço parte com muito orgulho da família do Rancho Veteranos do Maria da Fonte.


Você já foi a Portugal? O que você achou?

Quatro vezes, em 82/91/95 pelo Maria da Fonte e 97 pelo Verde Gaio, a convite do Sr. Américo Campos (Camarão). O sonho da minha mãe era que eu conhecesse a sua humilde terra natal (Travanca) e em 82 a Casa do Minho meu deu esse presente e tive a sorte de viajar com uma pessoa muito especial que foi o Sr. David Fernandes, na época, Diretor do Rancho, e que me ensinou muito da história de Portugal. Onde passávamos, ele sempre tinha algo a contar. Fiquei fascinado por Guimarães (por toda a sua historia), Viana (pelas festas da Agonia), Braga, Porto, Fátima, Lisboa e outras cidades.


Falem de uma passagem marcante sua como folclorista:

Além das viagens a Portugal, lembro-me do Festival de Folclore em São Paulo no Canindé. Quando o Rancho Maria da Fonte terminou a apresentação, o publico de pé, começou a gritar “Minho”. O Maria da Fonte venceu o Festival. Naquela época o ensaiador era o mesmo que hoje ensaia o Rancho Veteranos, pessoa que eu muito admiro: Nogueira.


Em sua opinião, hoje os folcloristas tem o mesmo comprometimento com os seus grupos Folclóricos de quando você começou?

Acredito que não. Meus pais sempre contavam estórias de sua terra e que me fascinava, quando entrei para o folclore foi para que eu aprendesse mais um pouco da sua cultura. Então, a maioria dos componentes da minha época eram filhos de portugueses, havia toda aquela curiosidade de conhecermos a terra nos nossos pais e suas culturas. Hoje a garotada, além de não haver esse vinculo, possuem outros divertimentos, como por exemplo, Shopping.


Você é a favor ou contra aos festivais de folclore conforme hoje estão sendo apresentados pela federação? Por quê?

Pela riqueza da cultura, acredito que a Federação poderia, em datas comemorativas da comunidade e uma vez ao ano, realizar os festivais como eram antigamente, no  Maracanãzinho e no Campo de Sant’anna. Tempos bons aqueles. Hoje os festivais são realizados em Casas das Comunidades, sem divulgação, restrito na sua maioria a componente e seus familiares.


Você já acessou o nosso site? Qual a sua opinião e sugestão para que possamos melhorar o

Mesmo?

Sim, e passo aos meus amigos para que também acessem e fiquem bem informados das festividades da Casa do Minho.


Você frequenta o nosso Restaurante Costa Verde? Qual a sua opinião para que possamos

melhorar o atendimento do mesmo?

Após os ensaios o restaurante era o nosso point. A feijoada aos sábados é especial o cozido já foi melhor.


O que não pode faltar no seu dia a dia?

Oração e bom humor.


Qual o seu prato preferido?

Vários: Churrasco, bacalhau, cozido e aquela sardinha na brasa da Quinta de Santoinho, imperdível.


Para você o que significa a palavra família?

Vim de uma família que ao chegar ao Brasil (meus pais e meus 5 irmãos), passaram por muitas

dificuldades e ainda nasceu um brasileiro (eu), fomos favelados (moramos no Dona Marta em  Botafogo), mas com muita união, trabalho e objetivos conseguimos superar as dificuldades. Hoje a família é tem em torno de 35 pessoas e não contamos mais com a experiência e carinho de nossos pais, porém, nos reunimos em todas as Páscoas e Natais, sem exceção, mantendo assim, as tradições e a união que nossos pais nos ensinaram.


Em sua opinião, indique um ou mais:


Casa Regional: Casa do Minho


Presidente: Agostinho dos Santos


Rancho Folclórico: Maria da Fonte e Veteranos


Diretor Artístico: David Fernandes, Casemiro e Ramoa.


Ensaiador: Cleber


Apresentador: Odir e David Fernandes


Folcloristas: Vários, mas posso fazer propaganda de mim? Eu.


Cantador/Cantadeira: Adriano (Maria da Fonte), Wanderley (Veteranos) e a Rosa.


Sanfoneiro ou Acordeonista: Antigamente: Tuninho Tintureiro. Atualmente: Pinheirinho.


Personalidade da comunidade: Pelo que já fez e faz pela Casa do Minho e pelo Hospital da Obra Portuguesa de Assistência, Agostinho dos Santos.


No Brasil você torce pelo: Botafogo de Futebol e Regatas.


Em Portugal você torce pelo: Futebol Clube do Porto


Qual a sua escola de samba preferida?

Não tenho escola preferida. O que eu mais gosto no carnaval são os sambas de enredos, principalmente os que falam da história do Brasil. Um Samba que marcou foi o da Escola de Samba Em Cima da Hora “Os Sertões”.


Fora de suas atividades profissionais, qual é o seu passa tempo preferido?

Gosto de cinema, computador, praia, churrasco, de estar com a família e os amigos.


Quem é você?

Sou uma pessoa simples, bem humorada, de bem com a vida, taxista e trabalho no Hospital Obra Portuguesa, graças a Deus com muitos amigos.


Na sua visão geral, como você vê o momento do Brasil?

Quando eu era criança, cantava uma musica: “Este é um país que vai pra frente”. Pensei que este momento não chegaria. Para quem viveu a década de 70, 80, 90 e vive a realidade  mundial atual, acho que “Este é um país que vai pra frente”.


Deixe uma mensagem ou uma frase que você tenha lido e tenha marcado muito para você:

Vai uma mensagem do Pe. Fábio de Melo. O primeiro milagre de Jesus foi transformar a água em vinho, mas ele pediu: Tragam-me um barril com água. O milagre se dá por duas vias, uma divina e outra humana. Não adianta pedir o milagre divino se você não faz a sua parte humana. Resumindo: É necessário que levemos a água.


Neste mês de Abril convidamos a participar da nossa entrevista com as suas respostas nosso

componente do Rancho dos Veteranos da Casa do Minho, José Paulo, pelo qual agradecemos e muito sua valiosa colaboração.

 

Entrevistada de Março – Maria de Fátima Ramos Martins

Nome: Maria de Fátima Ramos Martins


Data e local de nascimento: 05/03/1964 – Rio de Janeiro


Filiação: Glória da C. Ramos Canito e Manuel Carneiro Martins


Casada/filho: Não, dá muito trabalho. (mais…)

 

Entrevistado de Fevereiro – Marcio de Melo Guimarães

Nome:

Marcio de Melo Guimarães


Data e local de nascimento:

14/07/1967 – Rio de Janeiro


Filiação:

Pai: Antonio Carlos da Silva Guimarães (Brasileiro – Rio de Janeiro)

Mãe: Duartina de Fátima de Melo Guimarães (Portuguesa – Melgaço – Minho)


Casado/filho:

Solteiro / não tenho filhos

Quando foi que você entrou para a Casa do Minho?

Na verdade eu praticamente nasci dentro da Casa do Minho, pois os meus pais se conheceram lá, namoraram e casaram. Fui criado desde bebê convivendo com tudo e todos na Casa. Brinquei, joguei bola, lutei judô e participava do Rancho Folclórico Maria da Fonte desde criança como mascote. Sendo assim, sempre considerei a Casa do Minho como sendo a extensão da minha casa.


Fale um pouco da sua trajetória como folcloristas:

Eu comecei a participar do Rancho Folclórico Maria da Fonte ainda criança como mascote junto com varias crianças, pois não existia na época o Rancho Juvenil, os meus primeiros passos de vida foram dançando FOLCLORE (risos), com 12 anos comecei a dançar junto com os adultos, em 1981 com 14 anos fui pela primeira vez a Portugal com o Rancho Folclórico Português do Rio de Janeiro formado pela Dona Benvinda Maria (a primeira viagem do Rancho da Benvinda), em 1982 com 15 anos fiz a minha segunda viagem a Portugal, com o Rancho Folclórico Maria da Fonte (a primeira viagem do Rancho da Casa do Minho), em 1985 e em 1995 o Racho Folclórico Maria da Fonte retornou a Portugal e eu tive a felicidade de participar de todas as três viagens do Rancho Folclórico Maria da Fonte a Portugal, em 1988 também fui pela segunda vez com o Rancho Folclórico Português do Rio de Janeiro (Benvinda Maria), tive o prazer e a felicidade de ser ensaiador do Rancho Folclórico Maria da Fonte, infelizmente por um período pequeno, onde faço parte como componente até os dias atuais.


Você já foi a Portugal? O que você achou?

Cinco vezes, Portugal é um país com lugares muito bonitos com parques e jardins bem cuidados, o que o torna extremamente agradável. Sem contar que viajar para um lugar desses com um grupo de amigos sempre muito divertidos não tem preço. Ainda mais por ter me possibilitado fazer novas amizades em Portugal que cultivo até hoje.


Fale de uma passagem marcante sua como folclorista:

Houve vários momentos especiais na minha vida de folclorista e eu não gostaria de citar apenas um. Guardo grandes recordações deste longo percurso.


Em sua opinião, hoje os folcloristas tem o mesmo comprometimento com os seus grupos folclóricos de quando você começou?

Na verdade não acho que seja falta de comprometimento, apenas uma mudança muito grande dos tempos passados para os atuais, pois hoje em dia as pessoas precisão muito mais se qualificarem para o mercado de trabalho, com isso a maior parte do seu tempo é estudando e fazendo cursos de aperfeiçoamento, e o restante do seu tempo é dividido entre os compromissos familiares e compromissos com o Rancho Folclórico. Desta forma sobra menos tempo para o Rancho Folclórico do que no passado.


Você e a favor ou contra aos festivais de folclore conforme hoje estão sendo apresentados pela federação, por quê?

Sou a favor dos festivais de folclore, pois eles permitem e proporcionam o encontro dos folcloristas, acho muito importante o intercambio fazendo com que eles troquem informações e experiências entre as diversas regiões e formas de danças folclóricas de Portugal, mas acho também que a forma de execução destes festivais já está ultrapassada, deveriam fazer algumas mudanças para que os festivais voltassem a ser uma coisa prazerosa para os folcloristas e não uma obrigação, como esta sendo hoje.


Você já acessou o nosso site? Qual a sua opinião e sugestão para que possamos melhorar o mesmo?

Sim. Acho uma excelente forma de divulgação da Casa do Minho e esta muito bem assessorada. Parabéns a todos.


Você frequenta o nosso Restaurante Costa Verde? Qual a sua opinião para que possamos melhorar o atendimento do mesmo?

Frequento muito. Teria maiores possibilidades de desenvolvimento se colocado em mãos de pessoas especializadas do ramo, penso que poderia ser terceirizado. Até porque poderia ser mais bem inserido no circuito gastronômico da cidade.


O que não pode faltar no seu dia a dia?

Saúde, família e amigos.


Qual o seu prato preferido?

Strogonoff


Para você o que significa a palavra família?

Família para mim é tudo, é o alicerce das relações que se estabelece na vida.


Em sua opinião, indique um ou mais:


Casa regional:

Casa do Minho


Presidente:

Agostinho dos Santos


Rancho folclórico:

Rancho Folclórico Maria da Fonte


Diretor artístico:

Fernando Lopes, Cleber Cardoso, Francisco Jorge Peres (Jacó).


Ensaiador:

Paulo Cesar Soares, Carlos Alberto Correia, Edmar Ferraz (Kaká).


Apresentador:

Odir Pinto Ferreira e David Fernandes


Folcloristas:

Senhor Benjamim Pires e Dona Fernanda Pires, por serem os responsáveis pelas mudanças do Rancho Folclórico Maria da Fonte, nos trajes e nas danças autênticas da região do Minho, fazendo com que esta autenticidade permaneça até hoje.


Cantador/Cantadeira:

Sr. Adriano Pinto, Jose Antônio Dias (Wanderlei).

Fernanda Frias, Dona Preciosa Pinheiro.


Sanfoneiro ou Acordeonista:

Alexandre Pinheiro (Pinheirinho), Marcio Baptista, Claudio Gonçalves (Claudinho), Ivan Viana.


Personalidade da comunidade:

Sr. Cesar Soares e Sra. Benvinda Maria


No Brasil você torce pelo:

Vasco da Gama


Em Portugal você torce pelo:

Porto


Sua escola de samba preferida:

Mangueira


Fora de suas atividades profissionais, qual é o seu passatempo preferido?

Ir à praia e viajar.


Quem é você?

Tenho uma personalidade forte, sou uma pessoa determinada e comprometida com os meus ideais. Tenho um senso de humor apurado, mas também tenho uma posição radical em determinadas coisas, o que por vezes me deixa um tanto inflexível.


Na sua visão geral, como você vê o momento do Brasil?

Sem duvida nenhuma este é um dos melhores momentos da economia brasileira. Reformas econômicas, políticas e sociais vem colocando o Brasil no foco mundial e trazendo o reconhecimento de sermos um país em desenvolvimento com uma economia estável, forte e com um enorme potencial de crescimento.

Vale ressaltar que os eventos esportivos sediados no Brasil também são importantes para nos colocar em evidência e trazer grandes investidores, movimentando assim, ainda mais nossa economia.

Contudo, podemos dizer que infelizmente a corrupção ainda é uma triste realidade que limita o crescimento do país.


Deixe uma mensagem ou uma frase que você tenha lido e tenha marcado muito para você:

“A vida é para quem topa qualquer parada. Não para quem para em qualquer topada.” (Bob Marley).


Neste mês de fevereiro convidamos a participar da nossa entrevista com as suas respostas o nosso componente do Rancho Maria da Fonte da Casa do Minho, Marcio de Melo Guimarães, pelo qual agradecemos e muito sua valiosa colaboração.

 

Entrevista de Janeiro – Alex Sandro Monteiro Camelo

Nome:

Alex Sandro Monteiro Camelo

Data e local de nascimento:

10.12.1975 – Rio de Janeiro


Filiação:

Manuel Camelo e Armanda de Fátima Monteiro Camelo


Casado/filhos:

Não


Quando foi que você entrou para a Casa do Minho?

Em 2003


Fale um pouco da sua trajetória como folcloristas:

Na época eu já tinha uma influência familiar, o grande Fadista Manuel Monteiro (primo do meu avô) na música popular portuguesa (fado) e meus primos Mônica, Flávio e Acácio no folclore, que já dançavam na Casa de Espinho. Por conta disso iniciei minha jornada no folclore em 1986 no Grupo Folclórico Fausto Neves da Casa de Espinho onde fiquei até 1994. Nesse mesmo ano integrei o extinto Grupo Folclórico do Orfeão Português. Em 1995 fui convidado pelo Marcelo Terra para ensaiar o Grupo Folclórico Infanto Juvenil Salustio Terra, lá passei um dos melhores momentos no folclore. Em 2003 realizei o meu grande sonho que era fazer parte de um dos melhores grupos portugueses do mundo, o Maria da Fonte, onde faço parte até hoje, há 9 anos.  Posso dizer que sou minhoto de coração e alma!


Você já foi a Portugal? O que você achou?

Já fui a Portugal 5 vezes, em 1993 com o Fausto Neves, em 1995 com a minha família e em 1997, 1998, 1999 e 2000 com o Rancho Português do Rio do Janeiro (Benvinda Maria). Portugal é um lugar maravilhoso onde me realizo como folclorista. É a terra de meus pais e avós. Amo Portugal!


Fale de uma passagem marcante sua como folclorista:

São várias passagens interessantes dentro do folclore, como as minhas viagens a Portugal, Ilha da Madeira, Espanha e a muitas das cidades brasileiras, porém as mais marcantes foram duas: quando eu dancei nos Amigos do Minho em 1993 com a minha prima Mônica e a minha tão esperada entrada no Maria da Fonte em 2003!


Em sua opinião, hoje os folcloristas tem o mesmo comprometimento com os seus grupos folclóricos do que quando você começou?

É óbvio que não, o comprometimento primordial do folclorista hoje é com o trabalho, família, namoros e afazeres pessoais, DEPOIS com o Rancho. Diferente da época passada, quando respirávamos folclore em todos os seus aspectos!  Mas isso é culpa das mudanças normais da “evolução folclorística”. Hoje não tem quase renovação dentro do folclore e por isso o “gás” diminuiu. Sou sempre a favor da criação e divulgação de grupos folclóricos mirins dentro das casas portuguesas, isso ajuda MUITO na renovação.


Você é a favor ou contra os festivais de folclore conforme hoje estão sendo apresentados pela federação?  Por quê?

Sou sempre a favor dos festivais, mesmo os federados. Acho sempre importante o encontro com outros folcloristas, já que esse encontro acontece apenas uma vez ao ano, e é importante conhecermos as novidades dos outros ranchos e reencontrarmos os amigos.


Você já acessou o nosso site? Qual a sua opinião e sugestão para que possamos melhorar o mesmo?

Acho o site da Casa do Minho um dos melhores meios de divulgação nas redes sociais.

É importante sempre que possível mudar a cara do site, poderiam tentar colocar mais fotos atuais e acrescentar outras perguntas às entrevistas.


Você frequenta o nosso Restaurante Costa Verde? Qual a sua opinião para que possamos melhorar o atendimento do mesmo?

Frequento o Restaurante Costa verde mais nos dias de ensaio e apresentações. Adoro o Big Minho! Acho que uma boa obra no restaurante iria melhorar e diversificar o público.


O que não pode faltar no seu dia a dia?

O metrô mais do que lotado na hora do rush, de ida (07:00) e volta (17:00) para o trabalho.


Qual o seu prato preferido?

Bife com batatas fritas, com certeza! Mas tem outros como: churrasquinho, ovo frito com arroz, strogonoff.


Para você o que significa a palavra família?

Estabilidade, base, força, segurança, amor, lembrança, companheirismo…



Em sua opinião, indique um ou mais:


Casa regional:

Gosto de várias casas portuguesas como a Casa do Porto, Casa da Vila da Feira, Casa do Minho, Arouca Barra Clube e Viseu.


Presidente:

Antônio Cardão e Agostinho dos Santos.


Rancho folclórico:

Eu acho que todos os grupos folclóricos tem seu valor, cada um tem seu jeito de dançar e sua forma de se vestir.  Gosto de cada um com suas particularidades. Mas tenho as minhas preferências. Dos ranchos do Rio de Janeiro gosto do Maria da Fonte, Almeida Garret, Cancioneiro de Águeda e Camponeses de Portugal. Dos outros estados gosto do Pedro Homem de Mello e do Grupo Folclórico da Praia Grande. De Portugal o Grupo Folclórico Santa Maria da Reguenga, o Rancho da Meadela e o Grupo Etnográfico da Areosa.


Diretor artístico:

Luciano Tre (Maria da Fonte), Jacó (Maria da Fonte) e Antônio Ramos (ex diretor artístico do Orfeão Português).


Ensaiador:

Marcelo Terra (Aldeias), Kaká e Carlos Alberto (Maria da Fonte).


Apresentador:

Paulo do Minho, Itamar Ramos, David Fernandes e Manuel Coelho.


Folcloristas:

Folcloristas para mim são todos que participam ativamente ou já participaram de algum grupo folclórico defendendo uma única bandeira, Portugal! Mas alguns que se destacam ou já se destacaram em seus ranchos, sejam como ótimos bailadores, tocadores, ou sendo participantes assíduos dentro da comunidade portuguesa. São muitos os que eu admiro dentro do folclore e para não se esquecer de ninguém, e para representar todos os grandes folcloristas, vou citar o Cleber e a Fátima Souza como grandes bailadores e o Manuel Coelho como grande pesquisador e conhecedor do folclore português.


Cantador/Cantadeira:

Mulheres: Noêmia (Cancioneiro), Isaura Milhazes (ex Poveiros), Alice (Típicos da Beira), Maria (Fausto Neves), Júlia (Trás-os-Montes) e Aurélia (Fausto Neves).

Homens: Aníbal (ex Camponeses), Pinheirão (Maria da Fonte), Cardão (Viseu) Pezinho, Adriano (ex Maria da Fonte) e Camilo (Almeida Garret).


Sanfoneiro ou Acordeonista:

Pinheirinho, Ivan Viana, Claudio, João e Ítalo.


Personalidade da comunidade:

Benvinda Maria, César Soares, Manuel Coelho, Souza, Antônio Cardão, Dagmar Silva e não podemos esquecer-nos do fotografo Rochinha, não é!?


No Brasil você torce pelo:

Não sou fã de futebol, mas por influencias de família, torço pelo Vasco.


Em Portugal você torce pelo:

Porto


Sua escola de samba preferida:

Torço sempre para a escola que está mais bonita na avenida.


Fora de suas atividades profissionais, qual é o seu passatempo preferido?

Sempre que posso, amo viajar! Mas no dia a dia normal, adoro assistir filmes e séries com um pote enorme de sorvete no colo.


Quem é você?

Fico acanhado, me defina você!


Na sua visão geral, como você vê o momento do Brasil?

Bom, a crise tá braba, como sempre, corrupção, impunidade, desemprego, mas estou otimista, continuo acreditando que as coisas vão melhorar, e pra isso, procuro fazer a minha parte!


Deixe uma mensagem ou uma frase que você tenha lido e tenha marcado muito para você:

“Pedras no caminho? Guardo Todas. Um dia construirei o Meu Castelo!”


Neste mês de janeiro convidamos a participar da nossa entrevista com as suas respostas o nosso componente do Rancho Maria da Fonte da Casa do Minho, Alex Sandro Camelo, pelo qual agradecemos e muito sua valiosa colaboração

 

Entrevistada de Dezembro – Viviane Leite Proença

Nome: Viviane Leite Proença

Data e local de nascimento: 25/02/1981 Rio de Janeiro.

Filiação: Abílio José Proença e Jandira da Conceição Leite Proença.

Casada/filho: Não.


Quando foi que você entrou para a Casa do Minho?

Meus pais já freqüentavam a Casa do Minho e me levaram ainda pequena.


Fale um pouco da sua trajetória como folcloristas:

Sou fundadora do Rancho Juvenil. Começamos os ensaios em 1985 tendo sua estréia em 08/03/1986. Em 1996 passei para o Maria da Fonte, onde estou até hoje.


Você já foi a Portugal? O que você achou?

Sim, 3 vezes. Amei seria um lugar que facilmente eu moraria.


Falem de uma passagem marcante sua como folclorista:

Em abril de 1993 participei de um Concurso da Rainha do Folclore Mirim organizado pelo Camarão, ganhei o concurso e 2 passagens a Portugal, com isso pude levar a minha mãe de volta a Portugal depois de 31 anos.


Em sua opinião, hoje os folcloristas tem o mesmo comprometimento com os seus grupos folclóricos de quando você começou?

Não, a vida das pessoas mudou muito, hoje os pais não tem tanto tempo livre para levar as crianças ao ensaio, às vezes algumas também nem querem ir, pois tem outros programas para fazer. Na minha época de Juvenil chorava se faltasse algum ensaio, isso não existe mais, infelizmente.


Você é a favor ou contra aos festivais de folclore conforme hoje estão sendo apresentados pela federação? Por quê?

Eu sou a favor, pois é até um momento de encontrarmos pessoas que não vimos há muito tempo. Só acho que a federação tinha que dar mais incentivo aos ranchos folclóricos.


Você já acessou o nosso site? Qual a sua opinião e sugestão para que possamos melhorar o mesmo?

O site está muito legal, podemos acrescentar mais fotos recentes.


Você frequenta o nosso Restaurante Costa Verde? Qual a sua opinião para que possamos melhorar o atendimento do mesmo?

Sim. Acho que a Casa do Minho deveria investir mais no Costa Verde, para que ele se torne um restaurante tipicamente Português, com pratos típicos da região do Minho.


O que não pode faltar no seu dia a dia?

Minha família e meu namorado Pingo.


Qual o seu prato preferido?

Bife com batata frita.


Para você o que significa a palavra família?

Tudo na minha vida


Em sua opinião, indique um ou mais:


Casa Regional: Casa do Minho


Presidente: Agostinho dos Santos


Rancho folclórico: Maria da Fonte


Diretor artístico: Cleber, Casemiro


Ensaiador: Carlos e Kaká


Apresentador: David, Odir e Paulo Soares


Folcloristas: Todos os que mantém vivo o folcore português


Cantador/Cantadeira: Alice, Rosa, Preciosa, Sr. Pinheiro e Vanderlei


Sanfoneiro ou Acordionista: Claudio e Ítalo


Personalidade da comunidade: Benvinda Maria e D. Fernanda


No Brasil você torce pelo: Flamengo


Em Portugal você torce pelo: Benfica


Sua escola de samba preferida: Não tenho uma escola de coração, mas tenho amigos na Unidos da Tijuca e torço por ela.


Fora de suas atividades profissionais, qual é o seu passatempo preferido? Praia e cinema


Deixe uma mensagem ou uma frase que você tenha lido e tenha marcado para você: Nunca deixe para amanhã o que você pode fazer hoje.


Neste mês de dezembro convidamos a participar da nossa entrevista com as suas respostas a nossa componente do Rancho Maria da Fonte da Casa do Minho, e uma das fundadoras do Rancho Juvenil, Viviane Proença, pela qual agradecemos e muito sua valiosa colaboração.

 

Entrevistado de Novembro – Rafael Marques Soares

Nome: Rafael Marques Soares

Data e local de nascimento: 29 de Maio de 1980 – Rio de Janeiro

Filiação: Paulo Cezar Pereira Soares e Leonilde Marques Soares

Casado/filho: Sim, com Day Mascarenhas do Couto. Temos um filho, Gabriel Couto Marques Soares e uma enteada, Julia do Couto Paschoal.


Quando foi que você entrou para a Casa do Minho?

Eu sou praticamente nascido na Casa do Minho, fiquei até o ano de 89 e retornei em 2006 novamente. (mais…)

 

Entrevistado de Outubro – Francisco Jorge Peres (Jacó)

Nome:

De batismo: Francisco Jorge Peres.

Artístico: Jacó.


Data e local de nascimento:

02.07.73.

Carnaubais – RN.


Filiação:

Luiz Evangelista Peres e Alzira Evangelista Tavares.


Casado/filho?

Solteiro/sem filhos (que eu saiba, rsrsrsrsrsr)


Quando foi que você entrou para a Casa do Minho?

Início de 2005.


Fale um pouco da sua trajetória como folcloristas:

Morava na Rua dos Inválidos, no Centro do Rio, onde nos anos 80 o G. F. Orfeão Português costumava se apresentar nas Festas Juninas, então em 1987, por influência dos amigos Abílio e Marcio (vareta) e da amiga Jane, (esses Dois últimos atualmente fazem parte do Grupo Folclórico Serões das Aldeias), que eram meus vizinhos, entrei para o rancho, lembro que quando falei com minha mãe da minha decisão ela ficou muito feliz, já que era fã do cantor Roberto Leal. Na verdade, não entrei para o rancho por causa da dança, mas sim pelo ambiente saudável, as viagens, os campeonatos de futebol de salão e as paqueras, claro! Rsrsrsrssr, só depois me interessei pelo folclore, foi quando resolvi aprender a dançar, e agradeço a Ana Paula, meu primeiro par no Orfeão, que teve muita paciência comigo, rsrsrsrsrs. Em 1993 fui convidado pelo radialista Antônio Simões a participar do R. F. Portugal Canta Brasil, foi quando fiz minha primeira viagem a Portugal, naquele mesmo ano me transferi para G. F. Almeida Garrett, onde também fui Diretor Social da Casa da Vila da Feira e Terras de Santa Maria. Em 1994 voltei a Portugal com G. F. Almeida Garrett, quando retornamos ao Brasil eu, Fernando, Rodrigo, Italo e Beto do Cavaco, todos componentes do rancho naquela época, montamos o grupo de pagode Sem Fronteiras, que depois, com as participações dos amigos Márvio, Ivan e Carlinhos, se transformou na Banda Será Que Pode, que tocou, entre outros lugares, em várias casas regionais portuguesas. Em 1995 fui novamente a Portugal com o G. F. Portugal Canta Brasil e depois voltei aquele país em 2003, 2004 e 2005, com R.F Português do Rio de Janeiro, a convite da Sra. Benvinda Maria e do seu filho Joaquim Filipe, ainda em 2003, ganhei o troféu de destaque como bailador, do programa Encontro Com Portugal do Sr. Antônio Vieira, por indicação da Jornalista D. º Dagmar. No início de 2005 me transferi para o Rancho Maria da Fonte, onde fui diretor artístico do mesmo.


Você já foi a Portugal? O que você achou?

Sim, seis vezes. Já morei em Portugal por Seis meses, tenho alguns grandes amigos lá, adoro aquele país!


Fale de uma passagem marcante sua como folclorista:

Tive muitos momentos marcantes no folclore, mas acho que as mudanças do Orfeão para o Garrett e depois do Garrett para o Maria da Fonte, foram os mais importantes nessa trajetória.


Em sua opinião, hoje os folcloristas tem o mesmo comprometimento com os seus grupos folclóricos de quando você começou?

Não! As coisas mudaram muito, a vida hoje exige muito mais das pessoas, além das opções de diversão, que hoje em dia são bem maiores que a tempos atrás, e isso tem reflexo imediato nos ranchos folclóricos. Acho que hoje os diretores artísticos tem que criar artifícios pra manter os componentes nos ranchos, caso contrário as pessoas vão sair com amigos da faculdade, trabalho, namorados (as) que não fazem parte do rancho e com isso os compromissos com os ranchos vão ficando cada vez mais em segundo plano e o comprometimento acabando. Costumava dizer na frente do rancho, quando era diretor, que tínhamos que ser mais que um rancho folclórico, tínhamos que ser um grupo de amigos, pois acredito que em várias situações vale mais a palavra do amigo que a do diretor, pois para o diretor o componente tem maior facilidade de dizer não ou inventar uma desculpa, agora quando o diretor é amigo a coisa muda, hoje em dia é muito importante achar o equilíbrio disso, não dá pra ser só “o diretor”.


Você e a favor ou contra aos festivais de folclore conforme hoje estão sendo apresentados pela federação, Por que?

Sou a favor dos festivais, mas acho que tinha que haver algumas mudanças.


Você já acessou o nosso site? Qual a sua opinião e sugestão para que possamos melhorar o mesmo?

Sim, sempre acesso. Acho que a Casa do Minho há muito tempo merecia um site e está de parabéns pelo ótimo site que possui atualmente.


Você frequenta o nosso Restaurante Costa Verde? Qual a sua opinião para que possamos melhorar o atendimento do mesmo?

Acho que o Restaurante Costa Verde, por toda história que tem e por estar situado em uma área nobre do Rio, merecia passar por grandes mudanças, falei algumas vezes sobre isso em reuniões enquanto fui diretor da casa.


O que não pode faltar no seu dia a dia?

Minha família e meus amigos.


Qual o seu prato preferido?

São tantos, rsrsrsrsrs Feijoada, bacalhau, churrasco, ovo frito, rsrsrsrs


Para você o que significa a palavra família?

Venho de uma família humilde e muito grande, muito grande mesmo, rsrsrsrss, já passamos por muitas dificuldades e por mais que tivéssemos problemas, na hora dessas dificuldades sempre nos unimos em prol da família, então acho que esse é o significado de família. Aprendi com a vida que família não se limita ao sangue que corre nas veias, me considero uma pessoa muito privilegiada, pois como se já não bastasse a maravilhosa família que tenho dentro de casa, Deus construiu pra mim outra grande e maravilhosa família através de verdadeiros anjos em forma de amigos (as), que foram se multiplicando com o passar dos anos. O que sou e pouco que tenho devem a essas duas famílias.



Em sua opinião, indique um ou mais:


Casa regional:

Casa do Minho e Casa da Vila da Feira.


Presidente:

Agostinho dos Santos e Ernesto Boaventura.


Rancho folclórico:

Todos que participei.


Diretor artístico:

Cleber Cardoso e Antônio Ramos (Na época em que dançava no Orfeão Português).


Ensaiador:

- Carlos Alberto, Caca, Italo Jorge e Zé do Minho.


Apresentador:

Sr. David Fernandes e Paulo Cesar Soares.


Folcloristas:

Homens: Cleber Cardoso, Italo Jorge, Ricardo Milhazes e Marcelo Terra.

Mulheres: Fátima “Souza”, Cristina Figueiredo, Carla Rosa e Daniela Leite.


Cantador/Cantadeira:

Cantador: Sr. Adriano, Pezinho, Sr. Pinheiro e José Antônio Dias (Vanderlei).

Cantadeira: Rosa, Isaura Milhazes e Dº Noêmia.


Personalidade da comunidade:

Sr. Cesar Soares e Sra. Benvinda Maria.


No Brasil você torce pelo:

MENGÃO, o mais querido do Brasil!!! Clube de Regatas do Flamengo.


Em Portugal você torce pelo:

Futebol Clube do Porto.


Sua escola de samba preferida:

GRES Unidos da Tijuca.


Fora de suas atividades profissionais, qual é o seu passa tempo preferido:

Tenho vários, mas independente de qual seja, tenho que estar na companhia de pessoas que gosto.


Neste mês de outubro convidamos a participar da nossa entrevista com as suas respostas o nosso ex-diretor artístico do Rancho Maria da Fonte da Casa do Minho, atual componente do mesmo Francisco Jorge Peres, nosso querido Jacó, pela qual agradeço sua valiosa colaboração.

 

Entrevistados de Setembro – Ana Paula Custódio e Luciano Tre


Luciano, Ana Paula e seus filhos


Nome:

Ana Paula Custódio Ferreira;

Luciano Tre de Andrade.


Data e local de nascimento:

Ana Paula: 23 de setembro de 1972 no Rio de Janeiro;

Luciano: 31 de julho de 1973 no Rio de Janeiro .


Filiação:

Ana Paula: Joaquim Ferreira e Amélia Lopes Custódio;

Luciano: Francisco Faria de Andrade e Vera Ter de Andrade.


Casados/filhos:

Somos casados a 08 anos e temos dois filhos lindos, João Pedro (6 anos) e Luana (3 anos).


Quando foi que vocês entraram para a Casa do Minho?

Ana Paula: há 26 anos;

Luciano: há exatos 12 anos.


Ana Paula e Luciano


Falem um pouco da trajetória de vocês como folcloristas e como se conheceram:

Ana Paula: Eu comecei no Rancho Folclórico Juvenil da Casa do Minho, mais só fiquei 6 meses, porque era muito alta para continuar no grupo, assim passando para o Maria da Fonte , onde estou até hoje , e no ano de 1999, a Ana Paula Tré, que dançava no Vasco da Gama, passou a dançar no Maria da Fonte e o Luciano como irmão acompanhava e nos conhecemos, e estamos juntos a 12 anos.

Luciano: Eu iniciei no folclore no Rancho folclórico do Clube de Regatas Vasco da Gama, onde permaneci por 17 anos, então após isso estou até hoje no Maria da Fonte. A minha história vocês já viram a Paula já contou … (risos)


Vocês já foram a Portugal? O que vocês acharam:

Ana Paula: Sim, 3 vezes. É uma terra maravilhosa, linda e onde eu me identifico muito.

Luciano: Sim, cinco vezes. Portugal é realmente um país lindo, do qual têm muito a ver com o Brasil em todos os aspectos, além de significar a nossa segunda terra.


Falem de uma passagem marcante de vocês dois juntos como folclorista:

Ana Paula e Luciano: Com certeza, todos os momentos no folclore são marcantes, mas o momento que, sem dúvida,  ficará em nossas memórias foi o último Festival de Folclore, que participar do melhor Rancho Folclórico do Brasil e  observar que todos nos admiravam, é mais que marcante.


Na opinião de vocês, hoje os folcloristas tem o mesmo comprometimento com os seus grupos folclóricos de quando vocês começaram?

Ana Paula e Luciano: Não, realmente está faltando o comprometimento. A renovação não está acontecendo e as prioridades das pessoas hoje são outras.


Vocês são favor ou contra aos festivais de folclore conforme hoje estão sendo apresentados pela federação? Por quê?

Ana Paula e Luciano: Somos a favor, ainda que, com melhorias e na verdade deveriam existir maiores incentivos aos Ranchos que mantivessem a autenticidade, de região, trajes e músicas.

Vocês já acessaram o nosso site? Qual a opinião e sugestão de vocês para que possamos melhorar o mesmo?

Ana Paula e Luciano: O site está muito legal.


Vocês frequentam o nosso Restaurante Costa Verde? Qual a opinião de vocês para que possamos melhorar o atendimento do mesmo?

Ana Paula e Luciano: O restaurante Costa Verde deveria ser uma referência em comidas típicas portuguesa no Rio de Janeiro, não sabemos porque não consegue ser.


O que não pode faltar no dia a dia de vocês?

Ana Paula e Luciano: Nossos filhos e parentes.


Qual o prato preferido de vocês?

Ana Paula e Luciano: Comida Japonesa.


Para vocês o que significa a palavra família?

Ana Paula e Luciano: A BASE DE TUDO.


Na opinião de vocês, indiquem um ou mais:

Casa regional:

Ana Paula e Luciano:  Casa do Minho, Arouca Barra Clube e Casa de Viseu.


Presidente:

Ana Paula e Luciano: Agostinho dos Santos.


Rancho folclórico:

Ana Paula e Luciano: Rancho Folclórico Maria da Fonte.


Diretor artístico:

Ana Paula e Luciano: Todos que passaram pelo comando do Rancho têm os seus méritos, e com certeza contribuíram para que este rancho se tornasse único.


Ensaiadores:

Ana Paula e Luciano: Souza, Nogueira, Cacá e Carlos Alberto.


Apresentadores:

Ana Paula e Luciano: Sr. David Fernandes, Sr. Odir e o Sr. Paulo Cesar.


Folcloristas:

Ana Paula e Luciano: Pinheirinho, Ítalo,Cacá, Carlos Alberto, Marcelo Baptista, Cleber Cardoso, Ana Barreto e Acácio entre outros.


Cantador/Cantadeira:

Ana Paula e Luciano: Rosa Rodrigues, Preciosa, Sr. Adriano e Sr. Pinheiro.


Personalidade da comunidade:

Ana Paula e Luciano: Sr. Benjamim e D. Fernanda.


No Brasil vocês torcem pelo:

Ana Paula e Luciano: Vasco da Gama.


Em Portugal vocês torcem pelo:

Ana Paula e Luciano: Porto.


Suas escolas de samba preferidas:

Ana Paula e Luciano: Unidos da Tijuca e Portela.


Fora de suas atividades profissionais, qual é o passa tempo preferido de vocês:

Ana Paula e Luciano: Praia.


Neste mês de setembro procuramos fazer uma entrevista diferente, e então convidamos um casal para que dessem a sua opinião sobre o que procuramos saber, e assim encerramos esse nosso bate papo deste mês,  com o nosso atual diretor artístico do Rancho Maria da Fonte da Casa do Minho, Luciano Tre e sua esposa Ana Paula componente do Maria da Fonte, e aqui ficam os nossos agradecimentos pela gentil participação de vocês.

 

Entrevistado de Agosto – Edmar da Gama Ferraz

Nome:

Edmar da Gama Ferraz (mais conhecido no folclore como Kaka)

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